escudoESTUDIOS HISTÓRICOS ISSN: 1688-5317-Uruguay

 

EDICIÓN Nro. 1 Revista Digital

 

Edición Nº1 Revista Digital

Bienvenidos a la Revista Estudios Historicos

Rivera, Uruguay, 25 de mayo de 2009

Estimados colegas docentes e investigadores:


Es con enorme placer que nos dirigimos a ustedes para hacerles llegar el primer ejemplar de la revista digital ESTUDIOS HISTORICOS, medio de comunicación académica que hemos creado en el ámbito del Centro de Documentación Histórica del Río de la Plata y que está abierto a la participación y colaboración de todos ustedes desde este momento. 
    ESTUDIO HISTÓRICOS es un nuevo espacio académico destinado a la difusión de los conocimientos, investigaciones, ensayos, seminarios, encuentros, entrevistas, proyectos de investigación en curso, en los campos de la Historia, Geo-Historia y Antropología, en sus aspectos sociales, económicos, políticos y culturales, que se desarrollan en la cuenca del Plata, entendiendo por tal a Argentina, Brasil, Paraguay y Uruguay, sin perjuicio de divulgar trabajos provenientes de América, Europa y otros partes del mundo. 
La pluralidad de ideas y miradas sobre los diferentes temas nos anima a pensar que este será un espacio de reflexión crítica, sobre nuestras disciplinas, un punto de encuentro y enlace entre investigadores de diferentes lugares.

Prof. Mag. Eduardo R. Palermo
Director Responsable
 
 


A perseguição além da fronteira: os órgãos de repressão e espionagem da ditadura brasileira para o controle dos exilados brasileiros no uruguai 
Ananda Simões Fernandes 

Resumo: Com o golpe civil-militar de 31 de março de 1964, muitos brasileiros optaram pelo exílio, deslocando-se, principalmente, para o Uruguai. Desde o golpe de Estado, a ditadura brasileira estabeleceu uma conexão repressiva com os países vizinhos. Para tanto, em 1966, o Serviço Nacional de Informações (SNI) criou o Centro de Informações do Exterior (CIEx) para vigiar, monitorar e espionar principalmente os exilados brasileiros que se encontravam neste país. Essas ações estavam sustentadas pela premissa das “fronteiras ideológicas”: perante a “ameaça do comunismo”, as fronteiras nacionais não eram mais válidas, fazendo com que os militares achassem que tinham o direito de controlar seu “inimigo interno”, mesmo estando em outro país. Além disso, as Seções de Ordem Política e Social (SOPS), vinculadas ao Departamento de Ordem Política e Social do Rio Grande do Sul (DOPS/RS), controlavam as atividades realizadas na fronteira gaúcha com o Uruguai, em grande parte devido à presença constante dos chamados “pombos-correios”, brasileiros que mantinham contato com os exilados no Uruguai e depois retornavam para o Brasil com orientações políticas.

Curriculo: Mestranda em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

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A cultura do contrabando e a Fronteira como um Lugar de Memória

Adriana Dorfman

Resumo: A refuncionalização das barreiras comerciais internas na União Européia diminuiu as atribuições da Aduana e certas práticas de contrabando. Como parte da mutação da fronteira, respaldada em fundos da UE, observa-se o surgimento de trilhas turísticas, de museus de fronteira, de aduana e de contrabando e publicações onde a fronteira aparece como um lugar de memória e o contrabando como uma prática tradicional, savoir-passer em vias de extinção, parte constitutiva da condição fronteiriça. Por outro lado, na fronteira Brasil-Uruguai, onde muitas barreiras econômicas ainda vigem e a Aduana preserva suas funções, o contrabando é objeto das páginas policiais ou de silêncio. Os discursos das populações fronteiriças, entretanto, deixam entrever aspectos culturais do comércio ilegal transfronteiriço, destacando os bagayeros como tipos locais. Ainda que certas materializações de práticas fronteiriças sejam mais visíveis no caso europeu, os usos dados aos objetos e as relações estabelecidas cotidianamente pelos agentes apontam para uma importância cultural igual ou maior do contrabando no caso platino.

Curriculo: Doutora em Geografia com a tese "Contrabandistas na fronteira gaúcha: escalas geograficas e representações textuais", é professora de Geografia e chefe do Departamento de Humanidades do Colégio de Aplicação da UFRGS. Integra a direção da Associação Brasileira de Geógrafos - seção Porto Alegre, onde edita o Boletim Gaúcho de Geografia

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Uma experiência acadêmica de pesquisa: a história dos 150 anos do município de santa maria mostrada por meio de uma exposição.

Dra. Maria Medianeira Padoin

Resumo: No curso de História da Universidade Federal de Santa Maria há as disciplinas de História e Museu e Educação Patrimonial que são oferecidas no primeiro semestre curricular. Nesse sentido, os alunos apenas estão ingressando no curso e não possuem ainda um conhecimento mais aprofundado na área (História) e da mesma forma possuem pouca experiência na prática da pesquisa histórica. Com isso, resolveu-se, proporcionar uma experiência acadêmica tanto na prática da produção do conhecimento histórico, através da pesquisa, como a sua expressão ou formulação dos resultados demonstrados por meio da organização de uma exposição sobre os 150 anos da história da emancipação política de Santa Maria, RS, Brasil (1858-2008). Assim, unia-se uma atividade de extensão, pesquisa e ensino, além de promover uma atividade de motivação e de construção de uma identidade profissional, por meio de um trabalho coletivo entre quarenta alunos e dois professores.

Currículo: Doutora em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Mestre em História do Brasil pela Universidade Federal do Paraná; Especialista em História do Brasil e Licenciada em História pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM); é Professora de História da Universidade Federal de Santa Maria, RS, Brasil, atua junto aos Cursos de História e ao Mestrado em Patrimônio Cultural; Coordenada o Grupo de Pesquisa CNPq/Brasil com o tema “História Platina:política e instituições”; sua tese de Doutorado trabalhou sobre “O Federalismo e a Revolução Farroupilha (1835-45) no contexto histórico do espaço fronteiriço platino”

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Los procesos y la larga duración en la historia regional. Nuevas miradas para la construcción de una historia regional en el departamento de colonia

Sebastián Rivero Scirgalea

Resumen: La historia regional hecha en el Uruguay no ha atendido hasta ahora al estudio de los procesos ni ha construido periodizaciones propias. Discusiones sobre los conceptos de región, la relación entre lo local y lo global y los diversos tiempos históricos no se han planteado. Se propone comprender la construcción política e identitaria de una región a través de los procesos económicos, sociales, políticos y demográficos que la conformaron. Las obras de Omar Moreira y Pabló Fucé sobre el departamento de Colonia, rastrean estos procesos en la larga y media duración, analizando algunos elementos que configuraron la región.

Currículo: Profesor de historia, periodista. Integra el Consejo Ejecutivo Honorario de las obras de preservación y reconstrucción de la antigua Colonia del Sacramento. Desde el año 2000 viene realizando y publicando trabajos sobre historia regional del departamento de Colonia.

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A construção do imaginário da mulher brasileira na fronteira oeste do rio grande do sul: o que revelam os jornais do período de 1890 a 1910

Marilene da Cunha Ribeiro

Resumo: Pesquisar sobre a construção do imaginário da mulher brasileira na fronteira oeste do Rio Grande do Sul, a partir do que revelam os jornais do período de 1890 a 1910, era um trabalho que se revestia de relevância social ao contribuir para a reflexão e os estudos que se realizam sobre a constituição da subjetividade do feminino no Brasil. No final do século XIX e início do Século XX, o Brasil passou por uma série de transformações que implantaram modificações arquitetônicas, mudanças nas relações de trabalho e até no lazer das pessoas. Essas transformações vão desde a abertura de avenidas, destruição de cortiços, até o asilamento cientifico e a cobrança de valores éticos e de posturas morais, principalmente do sexo feminino. Ao investigar o imaginário feminino, pude comprovar que as mulheres gaúchas da fronteira oeste do Rio Grande do Sul, foram alvos de preconceitos e que, mesmo assim, muitas lutaram pelo seu espaço, não se deixando moldar pelos padrões de moralidade vigente na sociedade. Tenho por tese, que a mulher da fronteira oeste do Rio Grande do Sul aprendeu, pela necessidade contextual da época, a desenvolver estratégias próprias de construção de sua subjetividade que não a reduzem à representação apresentada pelo imaginário popular, enunciada nos escritos da historiografia tradicional e cantada em verso e prosa de maneira idealizada. Nesse sentido, sustento com base em Michel Foucault, que a ação dos micropoderes de sujeição e de docilidade dos corpos pelo exercício do poder disciplinador e moralizador é mais notável do que os efeitos negativos do poder de coerção, repressão, exclusão, e de violência física ou simbólica do Estado.

Curriculo: Doutora em Historia, Mestre em Integração Latino america (MILA) pela Universidade Fedearal de Santa Maria, e Doutora pela Pontificia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS. Professora da Faculdade de História da PUCRS Campus Uruguaiana.

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Abrir puertas a la tierra: el puerto de aguas profundas en la coronilla, un proyecto de desarrollo regional del S. XIX para el S. XXI.

Prof. Walter Viera

Resumen: En el presente trabajo se explican las ventajas en la construcción de un Puerto en Aguas Profundas en La Coronilla, departamento de Rocha; con una perspectiva histórica. Para ello fue necesario estudiar las características que tendría esa terminal portuaria y el por qué de su construcción; así como su relación con los demás puertos de la región (Buenos Aires, Montevideo). Se analizaron también las características que deberían tener el puerto y la infraestructura necesaria para su desarrollo.

Curriculo: Profesor de Historia, Master en Educacion por la ORT, Docente del Liceo de Coronilla, Rocha.

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O Golpe de 1964 no Brasil: problematizando discursos políticos e historiográficos

Rafael Fantinel Lameira - Diorge Alceno Konrad

Resumo: Este trabalho tem o objetivo de problematizar a produção historiográfica sobre o Golpe Civil-Militar de 1964, a partir da análise crítica do papel das esquerdas neste processo. Com tal intento, serão utilizadas as principais referências historiográficas disponíveis acerca deste tema. Almeja-se argumentar que o Golpe de 1964 não foi uma determinação histórica, nem estava dado a priori, como indica a maior parte da produção referente. Procura-se, também, questionar velhos mitos historiográficos e distorções presentes em recentes estudos acadêmicos acerca deste tema, que apesar de muito referenciado, e fundamental para a formação social brasileira, ainda é muito pouco estudado, efetivamente. A argumentação indica, por final, que não se pode culpabilizar a esquerda pela sedição golpista da direita. Fazê-lo significa assumir o discurso golpista como verdade histórica.

Currículo: Rafael Fantinel Lameira- acadêmico de graduação em História na UFSM. Bolsista de Iniciação Científica da FAPERGS 2007-2008. Diorge Alceno Konrad - Professor do departamento de História da UFSM, doutor em História Social do Trabalho pela Unicamp.

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Uruguai “verde-amarelo”: brasileiros presos em terra estrangeira

Gissele Cassol

Resumo: A América Latina se fez palco para as batalhas travadas entre os sistemas capitalista e socialista a partir de meados do século XX, durante a Guerra Fria. Esse enfrentamento ideológico teve como um de seus principais desdobramentos a ascensão de ditaduras civil-militares em muitos países latinos. Esses regimes, alicerçados fundamentalmente sobre as bases da norte-americana Doutrina de Segurança Nacional (DSN), lançaram mão de um brutal Terror de Estado para enfrentar seus opositores políticos. O combate ao “inimigo interno”, preconizado pela DSN, provocou a extinção das fronteiras políticas; em seu lugar; delimitar-se-iam apenas fronteiras ideológicas. Dentro dessa lógica, esteve a formação de uma teia de relações entre os aparatos repressivos dessas ditaduras, cujo ápice se daria com a formação da Operação Condor, em 1975. É nesse contexto que se situa o cerne desta dissertação: a colaboração repressiva existente entre Brasil e Uruguai durante o período compreendido entre 1964 e 1985. Embora o Uruguai se tornasse uma ditadura somente a partir de 1973, desde fins da década de 1960 já cooperava com o regime brasileiro, vigiando, prendendo e até torturando opositores políticos brasileiros exilados em seu território. O elevado número de casos de brasileiros presos no Uruguai, nesse ínterim, atesta essa relação e evidencia que a colaboração repressiva entre esses dois países não dependeu exclusivamente da Operação Condor, mesmo tendo sido por ela facilitada mais tarde. O presente estudo pretende demonstrar, a partir da análise de casos de brasileiros presos no Uruguai entre 1964 e 1985, como se deu a colaboração repressiva entre esses dois países, à luz da DSN e das práticas de Terror de Estado.

Curriculo: Licenciada em História pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e Mestre em Integração Latino-Americana pela mesma instituição.

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A oposição federalista na Primeira República no Rio Grande do Sul através do jornal “O Maragato”

André Fertig

Resumen: Esta comunicação objetiva apresentar um projeto de pesquisa ainda em sua fase incipiente. Nossa temática de investigação é a oposição federalista ao governo republicano no Rio Grande do Sul durante a Primeira República (1889-1930), mais especificamente, as idéias, a atuação e a trajetória de algumas lideranças políticas federalistas que se opunham ao governo republicano rio-grandense por intermédio do jornal federalista “O Maragato”, editado em Rivera desde 17 de março de 1897.

Currículo: Doutor em História pelo Programa de Pós-Graduação em História da UFRGS e Professor do Departamento de História da UFSM.

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As Origens Missioneiras de Santa Maria

Júlio Ricardo Quevedo dos Santos

Resumo: A partir do século XVIII Santa Maria passou a ser um núcleo populacional de origem luso-brasileira. Antes fora de origem missioneira, com forte presença guarani, que as autoridades e sociedade coloniais portuguesas se empenharam fortemente de apagar da memória histórica. Na medida em que os conquistadores luso-brasileiros foram incorporando esta região à América Portuguesa, a partir de seus diversos acampamentos militares, foram meticulosamente construindo uma história que nega os diversos vestígios da dominação da Coroa de Espanha no local. Naturalmente que, cada povo que domina procura apagar a memória e os registros históricos daquele que o antecedeu, todavia, os sinais, os emblemas, os signos, os rastros do anterior podem ser percebidos nas mais variadas formas. Partimos da premissa de que, um dos primeiros núcleos de colonização ibérica em Santa Maria, remonta o tempo das Reduções do Tape, cujas origens remotas se encontram na Redução Jesuítica São Cosme e São Damião, da primeira fase missioneira, 1634 – 1639. Portanto, defendemos a tese de que se efetivou uma experiência reducional sistemática anterior, ancestral, no lugar onde hoje está Santa Maria.

Currículo: Doutor em História Social pela USP, Professor de História no Mestrado Profissionalizante em Patrimônio Histórico e no MILA.

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El vuelo del cóndor en la frontera uruguayo-brasileña: la conexión represiva internacional y el operativo zapatos rotos

Enrique Serra Padrós

Resumen: El presente artículo analiza la conexión represiva entre Uruguay y Brasil, en el contexto de las dictaduras civil-militares de Seguridad Nacional. Se destaca el hecho de haber sido escenario de una fracasada acción del Operativo Cóndor, el secuestro y desaparecimiento temporal, por un comando represivo binacional, de cuatro ciudadanos uruguayos, entre los cuales dos niños, en la ciudad de Porto Alegre.

Currículo: Dr. Profesor del Departamento de Historia y del PPG-Historia/UFRGS.

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Presencia indígena misionera en el Uruguay: movilidad, estructura demográfica y conformación familiar al norte del río negro en el primer tercio del siglo XIX*

Isabel Barreto - Carmen Curbelo

Resumen: A lo largo de 250 años, múltiples situaciones y necesidades de la sociedad colonial y nacional llevan a que indígenas misioneros arriben y se instalen en nuestro territorio, contribuyendo en forma importante al poblamiento de la campaña y a la formación de muchos de los primeros centros urbanos. El arribo a nuestro territorio lo relaciona como pobladores en los puestos de las estancias; prófugos, huidos de los pueblos misioneros; mano de obra, traídos para la construcción de obras militares durante la colonia; soldados de la corona, integrando los ejércitos que enfrentaron principalmente a portugueses e indígenas infieles; desplazados sociales, principalmente luego de la expulsión de los jesuitas y durante el período patrio.

Referencia: Los autores de la presente comunicación constituyen el equipo coordinador del Programa Rescate del Patrimonio Cultural Indígena Misionero como reforzador de la identidad local. Norte del Río Negro, Uruguay (PROPIM) – Instituto de Ciencias Antropológicas, Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación, Universidad de la República. Magallanes 1577, CP 11200, Montevideo.

Curriculo: Carmen Curbelo, Antropologa, docente de la FHCE de la UdeLaR., Isabel Barreto, Antropologa, docente de la FHCE de la UdeLaR.

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El metal y la escoria: patrimonio, legitimación, patrimonización. Reflexiones desde un trabajo de campo en Minas de Corrales.

Fernando Acevedo

Resumen: Esta presentación tiene un doble propósito: por un lado, presentar a ustedes el estado actual de la investigación que estoy realizando en Minas de Corrales, sobre su patrimonio cultural inmaterial y su relevancia en términos de identidad y construcción de identidad local; por otro, intercambiar con ustedes percepciones, ideas y opiniones que me ayuden a delinear algunos itinerarios del curso futuro de la investigación, habida cuenta del carácter profundamente problemático de algunas cuestiones que han surgido en su desarrollo.

Currículo: Arquitecto, Antropólogo, Docente del Centro Regional de Profesores del Norte, y del Centro Universitario de Rivera.

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El revés de la trama: contextos y problemas de la historia local y regional

Dra. Sandra Fernández

Conferencia magistral desarrollada en la inauguración del III Encuentro Regional de Historia y Ciencias Sociales y I Encuentro de Geo-Historia. Rivera, octubre 2008.

Currículo: Doctora en Historia de la UNR y Master en Ciencias Sociales de la Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales, así como Licenciada y Profesora de Historia egresada de la Universidad Nacional de Rosario. En la actualidad es miembro de la carrera de investigador de CONICET, Directora de la Escuela de Historia de la Facultad de Humanidades y Artes de la UNR y docente de grado y postgrado de la Facultad de Humanidades y Artes de la UNR, así como de las Universidad Pública de Navarra, la Universidad de Barcelona y la Universidad de Toulouse-Le Mireil.

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Sobre límites y fronteras.

María del Rosario Bottino Bernardi

Resumen: Los límites y fronteras son elementos vivos que cambian, no sólo geográficamente, sino también conceptualmente. A lo largo de la historia, territorios que fueron delimitados, cambiaron, pero también lo hizo la idea que se tiene sobre qué son los límites y las fronteras. La idea de frontera nació como un fenómeno natural de la vida social, indicando el margen del mundo habitado, hasta dónde se podía alcanzar para obtener lo necesario para vivir. Además, tenemos el concepto de frontera que el propio pueblo construye en su vivencia, con sus percepciones, con su cotidiano, y que, dependiendo de la frontera, genera integración o conflictos. Límite, de origen latín, significaba el fin de lo que mantiene la cohesión de una unidad político-territorial, hasta dónde se extiende el territorio y comienza otro. La frontera es un factor de integración, zona de interpenetración mutua, de constante manipulación de estructuras socio-políticas y culturas diferentes, y de intereses diferentes. El límite entre las ciudades de Rivera y Livramento es convencional. La frontera Rivera-Santa Ana do Livramento ha sido un factor nucleador de población.Una integración social, cultural, comercial, de influencias mutuas, de hábitos compartidos, costumbres que se intercambian, en una hermandad, que siempre está presente, aunque a veces pase desapercibida.

Currículo: Profesora de Geografía, Docente del Centro Regional de Profesores de Historia, integra la Comisión directiva del Centro de Documentación Histórica del Río de la Plata.

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